Estatisticas

14 de julho de 2011

Uma comédia nada Romântica


Sinopse: Julia Jones (Alyson Hannigan) é uma garçonete pouco atraente, que trabalha no restaurante de seu pai. Ela sonha em achar o homem de seus sonhos e se casar, mas tem um sério problema de peso, que lhe impede de deixar uma impressão positiva nas pessoas. Mesmo assim ela o acha e o perde em segundos. Assim, vai até um conselheiro sentimental, que manda fazer uma “lanternagem” nela, o que a transforma numa bela jovem. Ela consegue reencontrar e conquistar Grant Comotuafilha (Adam Campbell), que também se apaixona por ela. Eles não desperdiçam tempo e marcam a data do casamento. Enquanto o dia não chega eles lidam com problemas, como os pais dela querendo se intrometer na sua vida e o confronto de Julia com a ex-noiva de Grant, Andy (Sophie Monk), que quer usar sua sensualidade e beleza para evitar que Grant se case.

13 de julho de 2011

Esposa de Mentirinha - Dublado

Sinopse Esposa de Mentirinha  – Durante uma viagem ao Havaí, um cirurgião plástico convence sua fiel assistente a fingir que é sua ex-esposa em processo de divórcio. Ele faz isso para disfarçar uma pequena mentira que disse à garota em quem está interessado e criar mais interesse nela. Mas ele vai encontrar diversos problemas para manter a mentira.

Volta as Atividades

Galera eu estava um bom tempo parado e por causa do meu pc precisou formatar e fiquei um bom tempo sem poder postar coisas ai p vcs.
Estamos com volta as atividades, Continuem acessando Que postarei futebol, filmes e etc...


Atenciosamente: PeDrO Gv

22 de outubro de 2010

Thiago Ribeiro não escolhe parceiro de ataque e só pensa nos três pontos

Atacante deve ter a companhia de Ernesto Farías ou Robert em boa
parte da reta fina do Campeonato Brasileiro




O atacante Thiago Ribeiro não escolhe parceiro de ataque. Com o titular Wellington Paulista vetado por causa de dores no joelho direito, Ernesto Farías e Robert disputam a vaga ao lado do camisa 11. Mas o artilheiro da Libertadores 2010 garante que entrosamento não faltará.
Thiago Ribeiro teve o argentino ‘El Tecla’ como companheiro de ataque em sete oportunidades neste Brasileirão. O rendimento da dupla é bom. Juntos, eles conquistaram três vitórias e dois empates. Já Robert, iniciou três partidas ao lado de Ribeiro. Venceu duas e empatou uma. Para o clássico deste domingo, Farías deve ser o escolhido.
- Para mim continua igual, já joguei com Farías e com o Robert e temos entrosamento. O importante é quem entrar em campo conseguir jogar bem e fazer gols para ajudar o Cruzeiro, disse Thiago Ribeiro ao site oficial do clube.
Wellington Paulista será ausência por, pelo menos, três semanas. Com isso, Robert e Farías terão papel fundamental nesta reta final do Campeonato Brasileiro. Para Thiago Ribeiro, as próximas oito partidas devem ser encaradas como decisões.
- Independentemente de quem vier pela frente, temos que procurar vencer. São oito jogos e a cada vitória ficamos mais perto do título, então iremos em busca de uma boa sequência, principalmente neste jogo contra o Atlético-MG, porque o mando de campo é do Cruzeiro e jogando em casa temos que vencer. Time que quer ser campeão tem que ter uma conta na cabeça. Faltam quatro jogos em casa e temos que somar os 12 pontos dessas partidas, porque qualquer ponto desperdiçado dentro de casa pode fazer falta, completou Ribeiro.

República argentina é combustível do líder Cruzeiro antes do clássico

Felizes na Toca da Raposa, Montillo, Farías e Prediger não escondem a ansiedade às vésperas do primeiro jogo contra o arquirrival Atlético-MG




Eles chegaram e conquistaram a torcida cruzeirense. Rapidamente, Montillo e Farías caíram nas graças dos celestes, principalmente por contribuírem de forma decisiva para a liderança do Cruzeiro no Campeonato Brasileiro. É raro encontrar quem acreditasse – após a saída do técnico Adilson Batista – que o time mineiro brigaria pelo título nacional. Porém, com a contratação dos argentinos (o Cruzeiro ainda tem o volante Prediger), o time comandado por Cuca se recuperou de um início inconsistente e tem brilhado no período pós-Copa do Mundo.
Destaque do Universidad de Chile na Taça Libetadores, Montillo se tornou o grande maestro da equipe. Com garra, vibração, luta e muita categoria, o argentino se encaixou com uma luva no meio-campo do Cruzeiro. O jogador tem encantado torcedores, companheiros e até mesmo os adversários. O craque disse estar muito feliz em Belo Horizonte.





- É muito bom saber que as pessoas gostam de você. Fomos muito bem recebidos aqui no Cruzeiro, e tenho certeza de que Sebastián (Prediger) e El Tecla (Ernesto Farías) também estão muito contentes por estarem aqui.
O atacante Farías é um objetivo antigo da diretoria celeste. O jogador estava no Porto, de Portugal, e já havia despertado o interesse do clube mineiro. Porém, a dificuldade de se chegar a um acordo financeiro complicou a transação. Farías quase foi contratado em uma negociação envolvendo atacante Kleber, atualmente no Palmeiras. Desde que acertou com o Cruzeiro, o centroavante ainda não se tornou titular absoluto, embora sempre tenha agradado ao torcedor com o bom futebol e a presença na área adversária.
Já Prediger é o menos festejado de todos. O jogador foi contratado sem a recomendação de Cuca, que afirmou que não conhecia o futebol do atleta. Porém, após os treinamentos na Toca da Raposa II, o treinador admitiu utilizá-lo na equipe e já o relacionou para diversas partidas.
Primeiro clássico
Neste domingo, às 18h30m (de Brasília), os argentinos terão a chance de – pela primeira vez – enfrentar o Atlético-MG, no maior clássico do futebol de Minas Gerais. Acostumado a partidas de grande expressão, Farías afirmou que, neste caso, o importante é sair com os três pontos. O espetáculo em campo muitas vezes fica em segundo plano.

- Por sorte, pude jogar Boca e River Plate, Estudiantes e Gimnasia (clássicos argentinos) e Porto e Benfica (clássico português). Se for atuar contra o Atlético-MG, seguramente será uma partida muito bonita. Não importa como vem uma equipe ou a outra. Às vezes, não se joga uma boa partida, o importante é ganhar. Jogar bem é melhor, mas clássico tem que ganhar.

Líder do Brasileirão, com 54 pontos, o Cruzeiro precisa vencer o arquirrival para se manter na ponta. Caso empate a partida, e o segundo colocado Fluminense vença seu confronto, a equipe mineira perderá o primeiro lugar. O Atlético-MG, por sua vez, está na zona de rebaixamento, em 17º lugar, com 31 pontos.

12 de junho de 2010

Orkut

Ai galera!!!!!!!!!! vcs que jah acessaram meu blog eu criei uma comunidade no orkut.
se vcs quiserem participar eh so copiar o link abaixo e colar no navegador

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se entrarem ficarei satisfeito

Pedro

7 de junho de 2010

Brasil goleia Tanzânia no último jogo pré-Copa, mas defesa preocupa

Kaká melhora no segundo tempo e marca uma vez. Robinho e Ramires, com dois cada, completam placar. Seleção leva gol após 596 minutos


O Brasil encerrou sua fase de testes nesta segunda-feira, em Dar es Salaam, com a goleada de 5 a 1 sobre a Tanzânia. Robinho (2), Ramires (2) e Kaká marcaram no último amistoso preparatório para o Mundial. De imediato, a partida apresentou dois pontos, um negativo e outro positivo.
Primeiro, chamou atenção a fragilidade da defesa pelo lado esquerdo, com Felipe Melo, Michel Bastos e Juan sendo envolvidos pelo fraco ataque rival. No entanto, Kaká jogou a partida inteira e, mesmo não tendo uma grande atuação, mostrou evolução, principalmente no segundo tempo.
Ainda longe das suas melhores condições, já que vem de uma lesão muscular na coxa esquerda, o craque do Real Madrid foi bem mais ativo no jogo do que na partida anterior, contra o Zimbábue. Se daquela vez ele ficou 45 minutos em campo e pouco fez, nessa ele jogou o tempo todo, deu bons passes, arrancou e balançou a rede.
O gol sofrido pela seleção brasileira nesta segunda-feira acabou com um período de 596 minutos sem que o time fosse vazado. Antes disso, a última vez que o Brasil vira um adversário comemorar foi contra a Bolívia, em La Paz, no dia 11 de outubro de 2009, pelas eliminatórias. Gomes substituiu o titular Julio Cesar, que ainda se recupera de uma pancada nas costas, e teve boa participação, com defesas importantes.



A presença da torcida da Taifa Stars (Estrelas da Nação), como é conhecida a seleção da Tanzânia, foi menor do que a esperada no estádio Nacional Benjamin Mkapa nesta segunda-feira. Aproximadamente 15 mil torcedores. O time comandado pelo brasileiro Marcio Máximo, aliás, tinha jogado no um diantes, e perdido por 1 a 0 de Luanda.
A seleção brasileira só entrará em campo agora no dia 15 de junho, contra a Coreia do Norte, no estádio Ellis Park, em Joanesburgo, na estreia da Copa do Mundo.

Duas vezes Robinho

Assim como aconteceu no amistoso contra o Zimbábue, na última quarta-feira, a Tanzânia foi para cima da seleção brasileira com tudo. Pior para o Brasil. Cada vez mais perto da Copa do Mundo, os jogadores já haviam avisado que não pretendiam exagerar demais nas disputas. Tudo isso contra o risco de lesões mais sérias.
Para acalmar o ímpeto dos tanzanianos foi preciso um gol irregular. Aos 10 minutos, Robinho recebeu lançamento na entrada da grande área e dominou com o braço. Só que o árbitro nada marcou. Na sequência, Kaká ganhou disputa com a zaga e a bola sobrou para o próprio Robinho chutar cruzado e fazer 1 a 0.
Da mesma maneira que reclamou do gol brasileiro, a Tanzânia descobriu rapidamente a principal fragilidade do adversário: o lado esquerdo. Muito adiantado e sem cobertura, Michel Bastos deu muito espaço para os rivais. Assim como Felipe Melo, que além de não conseguir marcar bem parecia nervoso na partida. Levou até amarelo.
Sem qualidade para chegar ao gol de Gomes tocando a bola, a Tanzânia optou pelos chutes de longa distância. Nas duas primeiras vezes com Ngassa, aos 12 e aos 21. Em ambos, o goleiro do Brasil fez ótimas defesas. Mais tarde, aos 22, foi a vez de Ngassa armar a jogada para a conclusão de Mgosi, por cima do gol.



Apesar das tentativas do time africano, foi o Brasil que marcou mais um. Michel Bastos cruzou da esquerda, a bola quicou em frente à zaga e sobrou para Robinho anotar, de cabeça, o seu segundo gol no jogo, aos 33 minutos. Um minuto antes, vale destacar, Luís Fabiano perdeu a cabeça e empurrou sem bola um rival. Logo pediu desculpas.
Ainda longe do que espera o torcedor brasileiro, a seleção de Dunga conseguiu criar apenas uma jogada envolvente, daquelas que dão ânimo. Foi aos 40 minutos, quando Kaká arrancou em seu melhor estilo e lançou Luis Fabiano. O atacante dominou na grande área, mas bateu em cima do goleiro.
Pouco antes do fim do primeiro tempo, um susto. Nizar deu um carrinho por trás em Kaká no meio de campo. O meia brasileiro ficou irritado, pôs a mão no tornozelo direito, reclamou, mas se levantou.

Kaká: peito de ouro

Para o segundo tempo, o técnico Dunga voltou com quatro alterações. Luisão, Gilberto, Josué e Ramires entraram nos lugares de Lúcio, Michel Bastos, Gilberto Silva e Felipe Melo. E o terceiro gol saiu justamente dos pés de um desses que entraram na etapa final: Ramires. A jogada, por sinal, foi bonita.
Aos oito minutos, Josué deu bom passe para o volante dominar, arrancar em velocidade, deixando os adversários para trás, e chutar da entrada da área: 3 a 0.



Com o jogo nas mãos, já que a seleção da Tanzânia, cansada, não conseguia mais imprimir o mesmo ritmo, o Brasil resolveu fazer mais um teste. Dunga sacou Elano e colocou o lateral-direito Daniel Alves no meio. É uma formação que já foi utilizada pela seleção brasileira na Copa das Confederações do ano passado.
Aos 20 minutos, um torcedor tanzaniano conseguiu invadir o gramado para tentar contato mais próximo com os brasileiros. Mas rapidamente ele deixou o local, sem nem precisar que a polícia fosse para cima dele. Dois minutos depois, Kaká voltou a aparecer. O camisa 10 deu um chute de fora da área, para fora.
A hora de Kaká desencantar estava chegando... Aos 30 minutos, o lateral-direito Maicon acertou belo cruzamento da direita e o meia marcou, de peito, o quarto gol do Brasil. Foi a recompensa por ter ficado mais tempo em campo do que no jogo anterior e ter aparecido mais, com boa movimentação e finalizações.
O time da Tanzânia ainda conseguiu deixar a sua marca e fazer um gol contra a seleção brasileira, comemorado pela torcida como se fosse o da vitória. Aos 41 minutos, após cobrança de escanteio da esquerda, Aziz fez de cabeça. Mas o Brasil ainda faria o quinto, aos 47, mais uma vez com Ramires.

TANZÂNIA 1X5 BRASIL
Mwarami; Shaddrack (Kanoni), Haroub, Kelvin e Stefano; Abdulahim (Aziz), Erasto (Bakari), Ngassa e Nizar; Kigi e Mgosi (Bocco). Gomes; Maicon, Lúcio (Luisão), Juan e Michel Bastos (Gilberto); Gilberto Silva (Josué), Felipe Melo (Ramires), Elano (Daniel Alves) e Kaká; Robinho e Luis Fabiano (Nilmar).
Técnico: Marcio Máximo Técnico: Dunga
Gols: Robinho, aos 10 e aos 33 minutos do primeiro tempo; Ramires, aos 8 e aos 47, Kaká, aos 30, Aziz, aos 41 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Felipe Melo (BRA)
Data: 07/06/2010 Local: Estádio Nacional Benjamin Mkapa, em Dar es Salaam, na Tanzânia. Árbitro: Mohammed Sseggonga. Auxiliares: Desire Gahungu e Felicien Kabanda.

10 de maio de 2010

Adilson Batista convoca torcida para lotar o Mineirão diante do São Paulo

Ingressos estarão à venda a partir desta segunda-feira. Cerca de 60 mil torcedores são esperados no Mineirão



Passada a boa vitória na estreia do clube no Campeonato Brasileiro – o Cruzeiro venceu o Internacional, por 2 a 1, no Beira-Rio -, as atenções do grupo de jogadores e também do torcedor celeste já se voltaram para as quartas de final da Taça Libertadores. A equipe mineira encara o São Paulo, nesta quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), no Mineirão.

E a promessa é de um público muito grande no estádio. A torcida do Cruzeiro está empolgada com o crescimento da equipe, que vem de três vitórias seguidas, sendo duas diante do Nacional, pela Libertadores, e a última contra o Inter, pelo Brasileirão.

A diretoria, a partir dessa segunda-feira, colocou à venda os 64.800 ingressos para o clássico. A expectativa é de que cerca de 60 mil torcedores estejam presentes para empurrar o Cruzeiro para mais uma vitória.

- Ajudem, isso que eu quero. Ajudem, incentivem, gritem, participem. Nós precisamos mudar um pouquinho a mentalidade. Não é qualquer troquinha, qualquer falhinha, que tem que começar a criticar, a vaiar. Tem que jogar junto. Eu peço a compreensão. Nossa torcida é inteligente, apaixonada. Com certeza, teremos 64 mil torcedores empurrando o Cruzeiro. Eu preciso da ajuda, os jogadores precisam. É amor ao Cruzeiro. É incentivo ao Cruzeiro - afirmou o técnico Adilson Batista.

Venda de ingressos

Os preços dos bilhetes para Cruzeiro e São Paulo são mais baixos na venda antecipada. Até terça-feira, a geral custa R$ 15, a cadeira inferior, R$ 30, a cadeira superior lateral, R$ 50, a cadeira superior central, R$ 70, e a cadeira especial, R$ 100.

Na quarta-feira, dia do jogo, os ingressos, exceto os de geral, sofrem aumento e passam a custar o seguinte: cadeira inferior (R$ 40), cadeira superior lateral (R$ 70); cadeira superior central (R$ 90) e cadeira especial (R$ 130).

Os postos de venda são os seguintes:

- 9h às 17h, na sede campestre (rua das Canárias, 254, Pampulha), na Loja Cruzeiro Mania do Barreiro (av. Sinfrônio Brochado, 125), no Mineirão (av. Abraão Caram, 1.000) e no ginásio do Barro Preto (rua Ouro Preto s/n).

Estudantes, menores de 12 anos e maiores de 60 anos pagam a metade em todos os setores.

Sócio do Futebol

O Cruzeiro anunciou que suspendeu a adesão de novos sócios até a próxima quinta-feira. A intenção é evitar atropelos como os das fases decisivas da Taça Libertadores do ano passado. Na oportunidade, os torcedores aderiram ao Sócio do Futebol para terem direito ao ingresso. Dessa forma, pagariam menos que nas bilheterias.

A diretoria pretende evitar tumultos. Atualmente, o Cruzeiro tem cerca de 17 mil sócios, que têm direito a ingresso para assistirem ao jogo de quarta-feira.

5 de maio de 2010

Cercado e pressionado, Cruzeiro tenta garantir vaga contra o Nacional-URU

Em vantagem no confronto, mineiros se preparam para encarar, ainda, a torcida uruguaia no 'alçapão' do Parque Central



Nesta quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), o Cruzeiro enfrentará, além do Nacional-URU, um adversário que o cercará durante toda a partida. O time mineiro terá de encarar a pressão de 20 mil fanáticos torcedores uruguaios, dispostos a carregar o time da casa à classificação para as quartas de final da Taça Libertadores da América.

A diretoria do Nacional escolheu jogar no estádio Parque Central, histórico para o futebol brasileiro – foi lá a primeira partida da seleção em uma Copa do Mundo – mas temido pelos clubes visitantes. No melhor estilo "alçapão", o palco do duelo desta quarta tem gramado ruim e pequeno, além do alambrado a poucos centímetros da linha lateral do campo.

Tudo isso para tentar inverter a vantagem adquirida pelo Cruzeiro no Mineirão. A equipe celeste venceu por 3 a 1 e, para se manter na Libertadores, poderá até perder por um gol de diferença. As dificuldades serão enormes, mas os jogadores da equipe mineira estão preparados para suportar toda a pressão.

A cidade de Montevidéu vive intensamente a expectativa do duelo. Todos os ingressos foram vendidos antecipadamente. Afinal de contas, estarão em campo cinco títulos da Libertadores – três do Nacional e dois do Cruzeiro – e dois mundiais interclubes, conquistados pela equipe uruguaia.

Adilson ainda não definiu o esquema

Nesta terça-feira, o técnico do Cruzeiro, Adilson Batista, comandou um treinamento no Parque Central, local da partida contra o Nacional. Os jogadores bateram bola no gramado e sentiram um pouco a dificuldade que terão nesta quarta.

- Libertadores é isso mesmo. A gente tem que estar preparado para isso. Tenho certeza que nossos jogadores estarão preparados. Vamos fazer um grande jogo diante do Nacional – afirmou o meia Gilberto, do Cruzeiro.

Todos estão muito confiantes em um bom resultado, que garanta o time mineiro na próxima fase. O treinador não confirmou a equipe titular, mas deu dicas de que poderá utilizar a formação com três zagueiros. Durante grande parte da movimentação, Adilson trabalhou isoladamente com Gil, Leonardo Silva e Thiago Heleno.

A intenção de Adilson é bloquear ao máximo as investidas do Nacional. Como o jogo será de pressão e com muitas bolas alçadas na área, o treinador do Cruzeiro deve entrar com uma zaga alta, especialista nas jogadas aéreas.

Fabrício, recuperado de contusão, também tem chances de atuar. Ele foi substituído no intervalo da partida de ida, no Mineirão, após sentir uma lesão. Em seu lugar, entrou Elicarlos. Porém, se o Cruzeiro atuar com três zagueiros, Fabrício deverá ficar no banco de reservas.

Como a decisão da vaga pode ser feita na disputa de pênaltis – em caso de derrota por 3 a 1 - os jogadores do Cruzeiro também treinaram cobranças.

Atacante Varela deve ser confirmado

O Nacional precisa de um jogo praticamente perfeito para inverter a vantagem do Cruzeiro. O time terá que partir para cima e se proteger dos contra-ataques do time mineiro se quiser chegar às quartas.

O técnico Eduardo Acevedo espera aproveitar o apoio total dos torcedores para conseguir o feito. E, mais que a pressão das arquibancadas, o treinador terá o reforço de um de seus principais atletas: o atacante Varela.

O jogador sentiu uma contusão no Mineirão, ficou em tratamento intensivo e se recuperou para a partida desta quarta-feira. Porém, caso não tenha condições de atuar – o que é pouco provável – Diego Vera será o substituto.

A equipe precisa dar uma resposta à sua torcida, já que o Peñarol, principal rival do Nacional, com muita antecedência, já se sagrou campeão uruguaio de 2010.

4 de maio de 2010

Torcedores do Cruzeiro se mobilizam para apoiar a equipe em Montevidéu

Cerca de 300 cruzeirenses são aguardados na partida diante do Nacional-URU, pela Taça Libertadores


O Cruzeiro só jogará nesta quarta-feira, diante do Nacional-URU, pelas oitavas de final da Taça Libertadores, mas a torcida celeste já está mobilizada para o confronto. Nesta terça-feira, um grupo de torcedores de Belo Horizonte embarcou para Montevidéu, no Uruguai, disposto a empurrar a equipe a uma vaga nas quartas de final.

A partida será realizada no estádio Parque Central, com capacidade para apenas 22 mil torcedores presentes. A pressão uruguaia promete ser enorme, mas a torcida celeste se mostrou muito confiante.

- Vai ser difícil, mas, se fizermos um gol, o resultado já estará garantido - afirmou o corretor de imóveis Eduardo Junqueira.

De fato, a vantagem celeste é considerável. Na primeira partida, no Mineirão, o Cruzeiro venceu por 3 a 1. Assim, para seguir na Taça Libertadores, o time mineiro poderá perder por até um gol de diferença. Novo 3 a 1, só que favorável ao Nacional, levará a disputa para os pênaltis.

Nessa madrugada, os torcedores já faziam a festa no Aeroporto de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte. Ninguém parecia se importar de ter ficado fora da decisão do Campeonato Mineiro. Para a maioria, o título estadual conquistado pelo Atlético-MG tem uma importância secundária.

- Eles não ganharam da gente. Foram campeões, mas não nos venceram. É como chupar bala com papel - brincou o advogado Luiz Fernando.

A viagem para Montevidéu não ficará barata. A estimativa é que cada torcedor gaste, no mínimo, R$ 1.500, entre passagem, hospedagem e despesas com alimentação. Porém, outro gasto – esse mais caro – também deverá ser computado.

- Nós levamos duas malas, uma dentro da outra. Na volta, a vazia tem que estar cheia de presentes para a esposa. Elas ficam bravas com essas viagens – disse Luiz Fernando.

Cerca de 300 torcedores celestes são esperados no Parque Central, nesta quarta-feira, às 21h50m (de Brasília). A festa promete ser grande na capital do Uruguai. Porém, além de acompanhar o Cruzeiro, outro motivo levou esses torcedores a um local tão distante de suas casas.

- Além de ver o Cruzeiro, é uma ótima oportunidade para encontrar os amigos e conhecer novos lugares – explicou o torcedor Luiz Fernando.

Após a partida pela Libertadores, a delegação do Cruzeiro embarcará diretamente para Porto Alegre. O time enfrentará o Internacional, neste domingo, às 16h, na estreia do Campeonato Brasileiro.

3 de maio de 2010

Fifa mostra preocupação com 2014: 'É incrível como o Brasil está atrasado'



O Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014 deu prazo até esta segunda-feira, 3 de maio, para que as obras nos estádios a serem utilizados no Mundial começassem. Porém, apenas em metade das sedes há trabalho. O assunto causa muita preocupação na Fifa, que cobra urgência ao Brasil. Nesta segunda, o secretário-geral, Jerome Valcke, fez duras críticas aos preparativos brasileiros para o Mundial de 2014.

Após evento em Joanesburgo no qual a Fifa distribuiu ingressos aos operários que trabalharam na construção dos estádios da Copa da África do Sul, Valcke não poupou palavras para puxar as orelhas do Brasil.

- Recebi alguns relatórios sobre estádios e não está nada bom. É incrível como o Brasil está atrasado, e não estou falando apenas de Morumbi ou Maracanã, mas de todos os estádios. Muitos dos prazos já expiraram, e nada aconteceu. O Brasil não está no caminho certo - disse Valcke, em entrevista a jornalistas brasileiros que acompanhavam o evento.

Ironia com o carnaval

O secretário-geral mostrou estar muito por dentro do que acontece no Brasil e usou de certa ironia ao citar o carnaval como um dos obstáculos para o andamento dos preparativos no país.

- O Brasil está há muito tempo querendo uma Copa, mas agora tem que se mexer. Tem de fazer isso pela América do Sul, não só pelo Brasil. A Copa é amanhã de manhã. Este ano há eleições, para tudo. Ano que vem, carnaval, para de novo. É preciso aproveitar o tempo disponível para fazer as coisas.

Ricardo Teixeira também é criticado

Valcke lembrou que Ricardo Teixeira, presidente da CBF e do Comitê Organizador 2014, assim como Orlando Silva, ministro do Esporte, estão preocupados. Mas não deixou de criticá-los também.

- Não adianta ficar mandando cartas. Muito pouco coisa foi feita. É hora de agir - disse Valcke, referindo-se ao fato de Ricardo Teixeira ter enviado por escrito sua preocupação com os prazos para cada uma das cidades-sede da Copa de 2014.

Sem chance de o Brasil perder o direito de sediar a Copa 2014

Apesar de nitidamente insatisfeito e preocupado, o secretário-geral da Fifa descartou qualquer hipótese de o Brasil perder o direito de receber a Copa de 2014. Ainda, disse que as 12 cidades-sede devem ser mantidas (a Fifa sempre quis dez, no máximo).

- As pessoas questionaram muito a Copa na África, mas o Brasil está mostrando que é muito difícil fazer uma por lá também. Vocês têm a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016, mas têm de fazer por onde - finalizou.